segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

Acidente - Cai helicóptero Robinson R22 em São Paulo [Accident - Helicopter Robinson R22 crash in Sao Paulo - Brazil]

Por: Daniel Queiroz


(Captura de tela: Globo News On Line) 

Um helicóptero de instrução Robinson R22 caiu no início da noite de ontem, dia 16 (domingo), por volta das 19:00h, na cidade de São Paulo -SP. O acidente ocorreu nas proximidades da Represa de Guarapiranga - local que normalmente é utilizado para instrução de pilotos, para desafogar o Aeroporto de Campo de Marte.

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O acidente teria ocorrido durante um voo de instrução, deixando o instrutor de voo e o aluno levemente feridos. Já a aeronave ficou bastante avariada na queda.

(Captura de tela: Globo News On Line)

As vítimas foram encaminhadas ao Pronto Socorro do Hospital das Clínicas, na região da Paulista, e do Hospital São Luís, no Morumbi, também na Zona Sul. Ainda não há informações sobre o que teria causado o acidente.

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Fonte: G1

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3 comentários:

  1. Quando é noticiado que um helicóptero sofreu uma pane e caiu, imediatamente eu penso nos modelos Robinson 22 ou Robinson 44. Se eu estiver escrevendo asneira é melhor vocês nem publicarem essas linhas. Entendo de motores automotivos, mas de aviação entendo bem pouco. Hoje, a maioria dos helicópteros usa como combustível para fazer os seus motores trabalharem um líquido inflamável que se chama querosene e esses mesmos motores por questões de segurança são turbinados, e é aí que o Robinson 22 e também o Robinson 44 cometem seus perigosos pecados. Um motor turbinado é muito mais seguro, mais veloz, mais redondo, mais versátil, mais potente. Veja o helicóptero MI 26 !!! E se ele fosse à gasolina ?? Lembro perfeitamente que na década de 1960 os helicópteros tinham como combustível para fazer os seus motores girarem, a perigosa e cara gasolina de aviação e foi justamente um desses helicópteros à gasolina que após sofrer uma queda ainda em baixa altitude vitimou fatalmente o Governador do RJ, o nosso inesquecível Roberto Silveira, tendo esse acidente fatal ocorrido em 1961 no Município de Petrópolis-RJ. Os motores do Robinson 22 e também do Robinson 44 são à gasolina, talvez seja por problema de peso, baixo valor em real, baixo valor em dólar e outros. É simplesmente para baratear esses aparelhos. Aí, vem o problema deles voarem a altitude muito elevada, cerca de 4000 metros pelo menos. É nessa altitude que vem o problema da falta de oxigênio, influenciando em 100% o funcionamento homogêneo dos seus propulsores à gasolina. Como essas aeronaves têm os motores aspirados, então há o problema da mistura ar/combustível (falta de oxigênio em altitudes elevadas). Mesmo que seus motores sejam dotados de injeção eletrônica, o que eu não sei, a altitude elevada vai influenciar em muito a constância do giro dos seus propulsores, tornando-o perigosamente instável e pronto para uma queda fatal, sem deixar também de mencionar a perda dos cavalos preciosos nos seus motores. Essa constância tem que ser uma só, ainda mais quando se trata de uma aeronave. Nunca me aproximei desse helicóptero mas pelas fotos que observei com ele tombado e despedaçado após um acidente em Maricá-RJ, tive a impressão que seus componentes são bem fragilizados, principalmente aquela transmissão que vai do rotor principal para o rotor de calda. Talvez até seja por problema de peso. Para ser sincero, eu não confio nesses dois helicópteros, tanto o Robinson 22, quanto o Robinson 44. São inconfiáveis e o nosso país, através dos seus órgãos competentes em aviação, deveria inspecionar com mais rigor essas duas aeronaves e brecar de uma vez as suas importações. Você embarca mas não sabe se vai chegar ao seu destino.
    Um abraço.
    Erivelto.

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    1. Bom dia Erivelto.
      Eu acho que sua impressão sobre os dois referidos equipamentos está muito equivocada.
      Em primeiro lugar, um motor convencional (à pistão) é perfeitamente seguro, mais barato e eficiente para aeronaves de pequeno porte.
      Grande parte dos acidentes relacionados à esses dois helicópteros tem origem na sua operação e não à sua motorização.
      Essas duas aeronaves, principalmente o R22, trabalham nas operações mais arriscadas da aviação, que é a instrução. Grande parte dos acidentes acontecem durante o treinamento aonde "quem sabe pouco ensina a quem não sabe nada".
      Os R44 geralmente acabam na mão de pilotos particulares ou pilotos novos com pouca experiência.
      Somando à isso, são helicópteros relativamente baratos e muitas vezes seus proprietários tentam economizar na manutenção, o que isso sim pode gerar um problema sério.
      Comparar uma aeronave dessas com uma que se acidentou em 1961 é um absurdo.

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  2. Olá André ! ! Bom dia ! ! - Observei que você teceu comentários criticando o que escrevi sobre essas duas perigosas aeronaves. Esqueci de mencionar naquele pequeno texto, que são fabricados também os helicópteros Robinson 66 que têm capacidade para transportar perigosamente 06 pessoas. Você mencionou que motores movidos a pistão são seguros. Só vejo isso nos monomotores, nos bimotores ou quadrimotores, mas que sejam dotados de asas fixas. Do contrário não vejo segurança alguma quando estão equipando um helicóptero, principalmente da marca Robinson. Um avião com motor ciclo Otto (a pistão) e asas fixas voa de cara pro vento, havendo com muita eficácia a troca de calor. Já no helicóptero a coisa é diferente. Me parece que seu motor funciona em um cofre fechado, só recebendo ventilação do rotor principal e não através da velocidade do avião e isso se chama ventilação forçada. Estou criticando os Robinson 22 , 44 e 66 porque eles são equipados com motores à gasolina e também porque são fabricados com peças fragilizadas para baratear seus custos, só que vidas humanas não têm preço . Você mencionou também que essas aeronaves quando vem dos EUA vão parar em mãos erradas. Não concordo. Veja que têm automóveis novos ou seminovos que por mais manutenção que recebem dos seus proprietários, estão sempre visitando as oficinas mecânicas para tentarem solucionar defeitos crônicos. O motivo disso se chama erros de projetos cometidos pelos engenheiros das suas respectivas fábricas. Só que esses automóveis estão e sempre vão estar com suas rodas plantadas no chão. Eu não comparei o Robinson 22 com o helicóptero de 1961, o qual vitimou o nosso Governador Roberto Silveira . O que mencionei é que aquele helicóptero também tinha seu propulsor movido à perigosa e volátil gasolina e foi por esse motivo que ele explodiu a pouca altitude do solo. Por isso, não vejo absurdo algum, uma vez que não houve qualquer tipo de comparação. A gasolina é tão perigosa para esse tipo de aeronave que os engenheiros em aviação foram obrigados a se debruçarem sobre suas pranchetas para desenvolverem motores com outro tipo de combustível e aos poucos foram mudando para o querosene de aviação o que vem dando muito mais segurança a essas aeronaves. Tem um órgão do Governo Federal (acho ser o cenipa) que está observando atentamente o número elevado de quedas dos helicópteros Robinson R22 , R44 e R66 . O helicóptero que caiu em Santa Maria Madalena-RJ no dia 12 de janeiro de 2014, machucando seus dois ocupantes, foi um Robson 22. Concordo quando você escreveu que motores ciclo Otto (a pistão) são seguros. Mas não quando estão fazendo os helicópteros da marca Robinson voarem em altas ou baixas altitudes. O número de acidentes com essa aeronave é muito elevado. Vamos voltar um pouco no tempo e mencionar o nome de um valente avião chamado T6 e que foi fabricado nos EUA . Esse avião operou na segunda guerra mundial. Tem como propulsor um confiável motor radial com 09 cilindros. Observe onde está fixado o seu motor que é a pistão e 100% seguro. A taxa de compressão desse radial de 9 cilindros é relativamente alta, o que gera muito calor, só que esse mesmo motor voa de cara pro vento. Há esforço em suas peças mecânicas, mas não há fadiga o que é bem diferente. Só vos escrevo uma coisa : há algo errado com os helicópteros da marca Robinson e o Cenipa está de olho nas suas constantes e fatais quedas.

    Erivelto Azeredo.

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